A Rússia deve passar por mudanças radicais

É o povo que sente a necessidade de mudanças urgentes e a mesma coisa aconteceu no final de 1980, mas naquela época o Partido Comunista da URSS não deixou as coisas rolarem. Foi então que os liberais se aproveitaram da situação e declararam abertamente que eles eram a mudança. O que aconteceu em seguida foi a ascensão do capitalismo, a idolatria em relação ao ocidente, o estabelecimento do livre mercado e a destruição e saque de todos as características positivas da era soviética.

Paradigma do Fim

A análise das civilizações, sua correlação, seu confronto, seu desenvolvimento, sua interdependência é um problema tão difícil, que na dependência de métodos, na profundidade da pesquisa, pode-se obter não apenas resultados diferentes, mas resultados diretamente contrários. Portanto, mesmo para obter as conclusões mais aproximadas é preciso aplicar a redução, reduzir a variedade de critérios a um único modelo simplificado. O marxismo prefere apenas a abordagem econômica, que se torna um substituto e um denominador comum para todas as outras disciplinas. O mesmo acontece (embora menos explicitamente) com o liberalismo.

A Nova Ordem Mundial no Contexto das Teorias das Relações Internacionais

Muito se fala hoje em globalismo, como sendo a ideologia da classe hegemônica a nível internacional, mas em que consiste, academicamente, o globalismo pela perspectiva das Relações Internacionais. O filósofo russo Aleksandr Dugin aborda o globalismo em suas relações com as escolas do liberalismo e do realismo nas RI.

A desnazificação é a erradicação da russofobia na Ucrânia e além

A questão sobre o nazismo ucraniano é midiaticamente dominada pelo Ocidente, sendo de difícil argumentação e domínio conceitual. Por isso, é imprescindível reconhecer que o nazismo ucraniano está enraizado mais profundamente na russofobia, esse é o seu caráter mais claro, que deve ser rejeitado e destruído no mundo inteiro.

A filosofia vencedora

A Operação Militar Especial russa na Ucrânia descortinou o conflito aberto contra o espectro da civilização Ocidental. Diante desse movimento, surge a abertura para a reforma total, a emergência do Logos civilizacional. Mas para isso, não basta uma vitória militar, é preciso expurgar o mal pela raiz, com uma filosofia autêntica, uma filosofia vencedora.

Rússia vs Anti-Rússia: Interesses e Valores

O conflito no qual a Rússia se encontra hoje não é contra a Ucrânia, mas contra o Ocidente que construiu na Ucrânia uma Anti-Rússia pela fusão insólita entre liberalismo globalista e neonazismo russofóbico. Segundo o filósofo Aleksandr Dugin, para responder a essa ameaça a Rússia deve acelerar a multipolarização do mundo, único contexto no qual a Rússia poderia seguir sendo russa.

Operação Militar na Ucrânia: Análise Geopolítica

Infelizmente, a mídia de massa não informa absolutamente nada sobre as raízes geopolíticas do conflito ucraniano. Tudo é colocado em termos sensacionalistas e histéricos. Não obstante, é impossível entender esse conflito sem atentar para o projeto secular de cerco à Rússia para garantir o controle atlantista sobre o coração da Eurásia, considerado pelos primeiros geopolitólogos como chave para a hegemonia mundial.

Nacionalismo: Ficção Modernista e Impasse Ideológico

Provavelmente poucas pessoas prestaram séria atenção ao fato de que a Quarta Teoria Política, à qual aderi, presta a mais séria atenção às críticas ao fascismo. Mais marcantes são as críticas ao liberalismo e a rejeição do dogma marxista. Mas igualmente necessária é a rejeição radical não só do fascismo, mas até mesmo do Estado-nação.

Aleksandr Dugin - A Doutrina Tradicional dos Elementos (Lição IV) - A Metafísica da Luz

Para começar, gostaria de dizer que no platonismo há uma particularidade na semântica dos termos mais centrais. Nos termos que formam uma estrutura essencial da filosofia platônica. O momento central é precisamente a separação ou divisão entre mundo intelectual ou contemplativo e o mundo sensível ou perceptível, que podemos tocar ou perceber fenomenologicamente.

Dugin: O Limite da Paciência Russa

A história do Tribunal de Haia é simbólica. A Rússia nunca antes se perguntou que tipo de instituição ele é. Na verdade, ele faz parte da implementação do Governo Mundial, um sistema político supranacional criado sobre os Estados-Nação que são convidados a ceder parte de sua soberania a essa estrutura. Isso inclui o Tribunal Europeu de Direitos Humanos e a própria UE, mas também o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, a OMS, etc. A Liga das Nações, e mais tarde a ONU, foi concebida como outro passo preparatório no caminho para a estabelecimento de um governo mundial.

Construir o Estado da União Rússia-Irã

A escalada do conflito entre os Estados Unidos e o Irã é um fato. Trump está mudando as prioridades da política externa americana. Para a administração anterior — Biden e seus globalistas afins —, a principal prioridade era a guerra com a Rússia na Ucrânia. Para Trump, Israel tem muito mais importância e, consequentemente, o conflito entre Israel e o Irã assume precedência. Os Estados Unidos estão se envolvendo cada vez mais nessa guerra e, como resultado, a escalada entre Washington e Teerã se intensifica.

O Conceito de Política Externa como a Apoteose do Multipolarismo e o Catecismo da Soberania

O Ministério de Relações Exteriores da Rússia publicou uma nova doutrina oficial de política externa, em que ela enfatiza conceitos fundamentais como o da multipolaridade e do Estado-Civilização. O filósofo Alexander Dugin comenta sobre essa transformação ideológica da Rússia.

Sem Mais Ameaças! É Hora de Responder!

As autoridades russas estão ansiosas para demonstrar o cumprimento de certas regras na guerra na Ucrânia. O Ocidente acredita, desde o início do OME e, de fato, desde 2014, com a anexação da Crimeia, que a Rússia violou as regras (benéficas para o Ocidente). E mesmo que não tivesse quebrado, isso não significaria nada. Portanto, o Ocidente está jogando sem regras contra a Rússia.

DARYA DUGINA: A MELHOR FORMA DE DAR JUSTIÇA É RESISTIR CONTRA AS FORÇAS GLOBALISTAS

Há 1 ano, as forças globalistas mataram de forma infame, nossa amiga, nossa irmã, Darya Dugina (15/12/1992 - 20/08/2022). Darya foi uma jovem filósofa russa brilhante que tive o prazer de conhecer, empenhada em fazer avançar a causa da multipolaridade, uma jornalista geopolítica, uma grande patriota do seu povo, pronta a apoiar qualquer entidade, qualquer povo que pudesse resistir a este cancro que é globalismo neoliberal, para construir um mundo multipolar, com mais impérios civilizacionais, mais identidades, mais culturas.

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